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Dieta do paleolítico – mais que uma dieta da moda

A humanidade está sempre em busca da dieta ideal, que promova saúde, longevidade e qualidade de vida. Nunca se falou tanto de alimentação saudável como hoje nas mídias sociais. No entanto, embora todos os esforços sejam feitos, as doenças crônicas não-transmissíveis como diabetes, hipertensão, câncer, estreitamente relacionadas aos hábitos alimentares, são hoje a principal causa de mortalidade e incapacidade prematura no Brasil e no mundo.

            Diante deste contexto paradoxal, muitos pesquisadores têm questionado se as recomendações nutricionais atuais são ideais e se os seres humanos são realmente programados anatômica, fisiológica, genética e bioquimicamente para este tipo de alimentação – baseada em cereais integrais, com baixo teor de gorduras e proteínas. A partir destes questionamentos surgiram, nos anos 80, os primeiros estudos em torno da dieta do paleolítico.

            Pesquisadores desta dieta ressaltam que, assim como a atividade física, o sono e a exposição ao sol, as necessidades alimentares de todos os seres vivos, incluindo os humanos, são determinadas geneticamente. De fato, estudos indicam que as pequenas modificações genéticas ocorridas lentamente durante os últimos milhares de anos na espécie humana não foram capazes de acompanhar as modificações rápidas e radicais ocorridas na alimentação e no estilo de vida da humanidade desde a Revolução Agrícola, também conhecida como Neolítica 4,5,.

            De acordo com os estudiosos da dieta do paleolítico, uma das principais comprovações de que nosso código genético é programado para este tipo de alimentação é a ausência de doenças crônicas em povos primitivos ou pouco civilizados. Populações como os habitantes de Kitava (Papua-Nova Guiné), tribos de índios Paraguaios, aborígenes australianos, esquimós do Alasca/Groelândia e Ameríndios, que ainda preservam hábitos alimentares e estilo de vida pré-históricos, possuem melhores marcadores de saúde, composição corporal e aptidão física que povos civilizados, mesmo entre as pessoas de meia idade e idosos.  

            Outros recentes estudos em humanos que compararam os efeitos da dieta do paleolítico e os da dieta do mediterrâneo em diversos marcadores de saúde concluíram que a dieta do paleolítico foi mais eficiente na redução do peso, circunferência abdominal, resistência insulínica, pressão arterial, colesterol e triglicerídeos que a dieta do mediterrâneo – conhecida como uma das mais saudáveis do mundo.

            Mas do que era composta a dieta do paleolítico? De acordo com os estudos, no período paleolítico não havia uma dieta única consumida por todos os povos. A dieta variava de acordo com a localização geográfica, o clima e o nicho ecológico em que viviam. No entanto, existem algumas características universais entre as dietas

daquele período. Antes do desenvolvimento da agricultura e da pecuária a alimentação era necessariamente limitada a plantas (frutas, hortaliças, tubérculos) e animais selvagens, sendo que peixes e animais marinhos correspondiam por grande parte dos alimentos de origem animal.

Após o desmame, o consumo de leite e produtos lácteos de outros mamíferos era praticamente zero, já que na época os animais não eram domesticados. O consumo de grãos era raro ou mesmo inexistente. Do mesmo modo, também não existiam óleos vegetais. Não há evidencias, também, do consumo de açúcar neste período. O mel era o único alimento com açúcar concentrado ao qual os hominídeos tinham acesso. No entanto, seu consumo era sazonal, restrito a apenas algumas épocas do ano. O consumo de sal também era muito baixo ou mesmo nulo no período paleolítico.

            A composição de macronutrientes variava de acordo com a região e época do ano, mas estima-se que o consumo de proteínas e gorduras era maior que as recomendações atuais e que o consumo de carboidratos era menor que o recomendado atualmente.

            Embora os estudos sobre dieta do paleolítico sejam escassos e ainda não haja um consenso da dieta ideal para a promoção da saúde e prevenção de doenças, as análises arqueológicos, os ensaios clínicos e os estudos de povos que ainda vivem de forma primitiva indicam que a nossa genética, ainda hoje, é mais preparada para uma alimentação similiar à dieta do paleolítico do que outras dietas ainda recomendadas por instituições de saúde. E é com base nessas evidências científicas que utilizamos a dieta do paleolítico como um dos pilares conceituais dos produtos Veritá. Priorizamos ingredientes ricos em gorduras saudáveis e proteínas; utilizamos tubérculos como aipim, batata doce e inhame como as principais fontes de carboidratos das nossas receitas. Buscamos, sempre a melhor relação proteína/carboidrato possível na composição dos produtos. Não utilizamos farinhas refinadas – inclusive as sem glúten – e grãos como cereais e leguminosas (utilizados apenas em nossa sopa vegana, para atingir o teor proteico).

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